A pena é de detenção de três meses a um ano. "A gente fica
sentido, porque é um fato do relacionamento de duas pessoas que poderia ser resolvido com o diálogo, e que traz um problema para a instituição e para a vida funcional do policial militar. Ele ficará marcado por aquilo em sua ficha, pelo resto da vida", lamentou o major em entrevista ao G1.
De acordo com Martins, o fato aconteceu fora do ambiente da BM e os envolvidos estavam à paisana. Ainda assim, configurou-se o crime de desrespeito à hierarquia militar. "É um crime que visa à preservação da hierarquia e da disciplina. Só quem pode incorrer neste tipo de crime são membros das Forças Armadas, policiais militares e integrantes do Corpo de Bombeiros", explicou.
Segundo o oficial, o fato ocorreu por volta das 20h em um ginásio de esportes de Carlos Barbosa. O suspeito estava com outras pessoas, alguns policiais também sem farda e outros civis. Um sargento da mesma fração da BM chegou ao local e cumprimentou com um aperto de mão quem estava lá. O policial não respondeu ao cumprimento.
"O sargento questionou o motivo, e ele teria respondido que não tinha obrigação. Ele demonstrou um desrespeito e uma desconsideração para com o sargento", declarou.
Do G1 RS


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