Greve de PMs na Bahia reacende discussão no Congresso sobre piso salarial da categoria

PM
A greve dos policiais militares da Bahia dominou as discussões no Congresso Nacional nesta terça-feira (7). Os trabalhadores da categoria de todo o país têm aproveitado a repercussão do caso para forçar os parlamentares a votarem a PEC 300, proposta que deve definir o piso salarial de policiais brasileiros.

O recado do governo, porém, é claro: nem a insurgência dos PMS na Bahia nem a possibilidade de greve no restante do país vão apressar a votação. O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), descartou a inclusão da proposta na pauta da casa. 

- As demandas por reajuste salarial são grandes, mas as condições dos estados em atenderem a essas reivindicações são pequenas. Esse tema deve ser tratado nos estados. A aprovação dessa PEC 300 teria um impacto brutal no país. Não há condições políticas para tratar isso, não me parece uma boa medida. 

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza, também reforçou a ideia de que os pisos devem ser determinados pelos Estados e que aprovar a PEC não traria os resultados esperados pelos policiais. 

- Entendemos que a situação de segurança é muito mais ampla que essa proposta. A PEC não vai resolver o problema e não trará nenhuma alteração ao salário dos policiais porque ainda precisará de um projeto de lei para regulamentar os valores estaduais. Agora, outra coisa é a manifestação armada que acontece na Bahia, que não é tolerável. 

Fonte: noticias.r7
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